ILHA DO FUNDÃO - CIDADE UNIVERSITÁRIA I



Sua Origem

A Universidade do Brasil teve sua origem nos fervilhantes anos do século XVIII, quando o Brasil era ainda colônia de Portugal, mas os ideais libertários já chegavam até ele com acontecimentos como a Inconfidência Mineira, levada ao fim com a condenação e morte de Tiradentes no ano de 1792.

Foi também em 1792 que o Vice-Rei D. Luiz de Castro, 2º Conde de Rezende, autorizado por D. Maria I de Portugal assinou os estatutos aprovando a criação da Real Academia de Artilharia, Fortificação e Desenho do Rio de Janeiro, nos moldes da Academia que havia sido criada dois anos antes em Lisboa.

Esta Academia deu origem ao ensino superior militar e de engenharia no Brasil e lançou o embrião do que viria a ser a futura Universidade do Brasil, que desde então até nossos dias vem crescendo e se desenvolvendo ininterruptamente e se transformou num dos maiores e mais importantes centro de estudos e pesquisas do Brasil e do próprio continente americano. Sua história e sua identidade se confundem com o percurso de desenvolvimento do Brasil na construção de uma sociedade moderna e competitiva.

A Academia inicialmente funcionou na ponta do Calabouço, na Casa do Trem de Artilharia, sede atual do Museu Histórico Nacional. Suas instalações se localizam principalmente na Cidade do Rio de Janeiro, mas atua em mais dez municípios do Estado. No Rio suas mais importantes instalações se situam no Campus da Praia Vermelha e na Cidade Universitária da Ilha do Fundão que abriga também o Parque Tecnológico do Rio, mas tem diversas unidades instaladas em outros pontos da capital do Estado.


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Sua História

Tal como a Academia de Lisboa, o curso da Academia do Rio de Janeiro destinava-se à formação de oficiais do Exército Português, nas armas de infantaria e de cavalaria. O curso de infantaria tinha a duração de três anos, a artilharia cinco anos e engenharia militar seis anos.

Na Real Academia de Artilharia, Fortificação e Desenho o curso militar era composto por seis cadeiras: cadeira de fortificação regular, cadeira de fortificação irregular, cadeira de artilharia e mais as cadeiras de desenho, arquitetura civil e de hidráulica.

Durante a instalação da Corte Portuguesa no Brasil, a Real Academia de Fortificação foi substituída pela Academia Real Militar, criada em 4 de dezembro de 1810, por D. João – Príncipe Regente. Para abrigá-la foi utilizado um prédio localizado no Largo de São Francisco de Paula, então conhecido como Largo da Sé porque nele tinha sido iniciada a construção de uma nova Catedral para a cidade, devido ao estado precário em que se encontrava a Catedral do Morro do Castelo.

O prédio teve sua construção reiniciada em 1811, com o projeto do brigadeiro João Manuel da Silva e foi o primeiro prédio construído pra abrigar uma escola superior de ensino e ficou conhecido como "O Berço da Engenharia Brasileira". Enquanto o prédio não ficava pronto a Academia funcionou temporariamente na Casa do Trem e foi transferida em 1812.

Em 1840 sua denominação passou a ser Escola Militar e em 1858 passou a ser a Escola Central. O ensino nessa Escola abrangia três cursos distintos: um curso teórico de Ciências Matemáticas, Físicas e Naturais, um curso de Engenharia e Ciências Militares, e um curso de Engenharia Civil voltado para as técnicas de construção de estradas, pontes, canais e edifícios, ministrado aos não militares, ou seja, aos civis que frequentavam as aulas. O nome civil ainda não tinha sido empregado, nem fora mencionado na Carta Régia que criou a Instituição.

Em 1874, a Escola Central transferiu-se do Ministério do Exército para o Ministério do Império, com o nome de Escola Polytechnica do Rio de Janeiro atendendo apenas alunos civis. Além de bacharéis em ciências e engenheiros civis, que já se formaram pela Escola Central, foram criadas novas especialidades de engenharia. Até meados do século XX, seus programas de ensino eram considerados padrões para todas as escolas de engenharia do País e, por sua influência, muitas são denominadas, até hoje, Escola Politécnica. Posteriormente passou a ser a Escola Nacional de Engenharia e em seguida a Escola de Engenharia da Universidade Federal do Rio de Janeiro e em 2003 voltou a ser a Escola Politécnica.

Também em 1874 a formação de Engenheiros Militares passou a ser feita pela Escola Militar da Praia Vermelha tendo aí permanecido até 1904 quando foi transferida para Realengo onde passaram a ser formados os oficiais de Artilharia e Engenharia. Em 1920 foi criada a Escola de Engenharia Militar que começou a funcionar em 1930, ocupando as instalações da Rua Barão de Mesquita, no quartel posteriormente ocupado pelo Batalhão de Polícia do Exército.

Em 1933, mudou sua denominação para Escola Técnica do Exército. Em 1934, a Escola Técnica do Exército instalou-se na Rua Moncorvo Filho, no centro do Rio de Janeiro, e, em 1942, no atual prédio da Praia Vermelha. Em 1949 foi criado o Instituto Militar de Tecnologia. Antevendo as futuras necessidades do país no setor nuclear, a Escola Técnica do Exército iniciou, em 1958, um Curso de Pós-Graduação em Engenharia Nuclear. Da fusão da Escola Técnica do Exército com o Instituto Militar de Tecnologia, em 1959, nasceu o atual IME - Instituto Militar de Engenharia.

Desta forma tanto a atual Escola Politécnica como o atual Instituto Militar de Engenharia se afirmam descendentes da antiga Real Academia de Artilharia, Fortificação e Desenho. Como tal, este último, reivindica ser a mais antiga escola de engenharia das Américas e a Universidade, por sua vez, possuir a primeira escola de engenharia das Américas, bem como a terceira do mundo.


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Universidade do Rio de Janeiro e Universidade do Brasil

E m 7 de setembro de 1920 através do Decreto 14.343 do então presidente Epitácio Pessoa, foi criada Universidade do Rio de Janeiro. Sua história, porém, é bem mais antiga e confunde-se com a própria história do desenvolvimento cultural, econômico e social brasileiro, muitos dos seus cursos vêm da época da implantação do ensino de nível superior no país.

No início, ela reuniu a Escola Polythecnica, que era oriunda da Real Academia de Artilharia, Fortificação e Desenho criada em 17 de dezembro de 1792, a Faculdade Nacional de Medicina, criada em 2 de abril de 1808 pelo Príncipe Regente Dom João com o nome de Academia de Medicina e Cirurgia e a Faculdade Nacional de Direito, resultante da fusão da Faculdade de Ciências Jurídicas e Sociais com a Faculdade Livre de Direito, ambas reconhecidas pelo Decreto 639, de 31 de outubro de 1891.

A essas unidades iniciais, progressivamente foram-se somando outras, tais como a Escola Nacional de Belas Artes, a Faculdade Nacional de Filosofia e diversos outros cursos que sucederam àqueles pioneiros. Com isso, a Universidade do Rio de Janeiro representou papel fundamental na implantação do ensino de nível superior no país, sua criação veio atender uma aspiração da intelectualidade brasileira desde os tempos da colônia. A tradição de seus cursos pioneiros deu-lhe o papel de celeiro dos professores que implantaram os demais cursos de nível superior no Brasil.

Em 1935 a Universidade do Rio de Janeiro, passou a chamar-se Universidade do Distrito Federal e teve Anísio Teixeira, como seu 1o Reitor. Ela incorporava às Faculdades já existentes: a Faculdade de Filosofia e Letras; Faculdade de Ciências; Faculdade de Economia Política e Direito, Escola de Educação e Instituto de Artes.

Em 1937 ainda durante o Governo Getúlio Vargas foi realizada uma grande reestruturação no ensino, promovida pelo ministro Gustavo Capanema, com ela a Universidade do Distrito Federal passou a chamar-se Universidade do Brasil, com o objetivo do governo de controlar a qualidade do ensino superior no país e criar um padrão de ensino a ser seguido pelas demais universidades brasileiras. Este modelo seguia a forte influência da concepção francesa, em que as escolas componentes são isoladas, tendo um caráter de ensino especialista e profissionalizante com forte controle estatal, ao contrário do modelo alemão, observado, por exemplo, na Universidade de São Paulo, criada em 1934.

Em 1949 a Universidade do Brasil passou a ter como sede o prédio neoclássico localizado na Avenida Pasteur, construído entre 1842 e 1852 para nele funcionar o Hospício Pedro II. Nele foi instalada a sua Reitoria e várias de suas Escolas, hoje este prédio é o Palácio Universitário.

O início da segunda metade do século XX marcou a institucionalização da pesquisa na universidade, com a consequente implantação de institutos de pesquisa, docência em regime de tempo integral, formação de equipes docentes altamente especializadas e estabelecimento de convênios com agências financiadoras nacionais e internacionais.

Em 1965, sob o governo do Marechal Castelo Branco, seguindo a padronização dos nomes das universidades federais de todo o país, a Universidade passou a chamar-se UFRJ - Universidade Federal do Rio de Janeiro, ocasião em que adquiriu plena autonomia financeira, didática e disciplinar.

A universidade vem mantendo abertas suas portas aos estrangeiros que têm vindo trazer ou buscar ensinamentos, bem como proporcionando a seus docentes estágios em outros centros, em diferentes áreas. O acentuado intercâmbio com outras instituições possibilita a formação de tendências reformistas em perfeita coexistência com o peso de sua tradição.

A Universidade do Brasil possui a deusa romana Minerva em sua identidade institucional, considerada a deusa das artes e de todos os ofícios, também é associada como deusa da sabedoria e do conhecimento. Diversas esculturas deste símbolo maior podem ser vistas nas entradas dos centros e órgãos que compõe a universidade.

No ano 2000, a reitoria entrou com um pedido na Justiça Federal com o objetivo de voltar a ter o direito de a universidade chamar-se Universidade do Brasil, pois esse nome havia sido modificado por um decreto emitido durante a Ditadura Militar. Esse pedido foi deferido e, atualmente é possível utilizar os dois nomes para designar esta universidade que tem toda sua História amplamente ligada a toda a História do Brasil e é considerada a mais importante Universidade Federal do Brasil.




As duas primeiras fotos mostram a deusa romana Minerva, símbolo
da Universidade do Brasil, as duas fotos abaixo mostram
o Palácio Universitário, localizado na Avenida Pasteur em Botafogo.
Uma foto de Minerva e uma do Palácio foram obtidas no
site da Wikipedia na página da Universidade e a outra do
Palácio do site Universidades do Brasil.



Implantação gradativa do Universidade na Ilha do Fundão

Em 1966 teve início a transferência para a Ilha do Fundão do Campus da UFRJ e gradativamente até nossos dias a Ilha tem sido ocupada por suas escolas, centros de pesquisa e instituições.

No Plano Diretor 2010-2020 há um projeto de transformação do campus da Praia Vermelha em um grande centro cultural e de transferência da maior parte das atividades acadêmicas deste campus e das unidades isoladas para a Cidade Universitária, como era previsto no seu plano original, no entanto este objetivo é causador de muitas polêmicas.

Em 1866 a Escola de Engenharia e a Faculdade de Arquitetura já passaram a ocupar a Ilha, que nesta época era um deserto, foram precisos muitos anos para que a área de saúde e outras passassem a ocupar a Cidade Universitária.

Abaixo podemos ver algumas fotos que mostram como era a Cidade Universitária nos anos de 1969 e 1970 e o que é atualmente. As fotos antigas foram tiradas de um Painel Comemorativo dos 40 anos de formada da Turma de Engenharia de 1972, que ocupou o Campus em 1968, da qual fazia parte a idealizadora deste site. Este Painel foi realizado pelo Engenheiro da turma Vicente Consentino.






Os quatro foto acima e a do lado são de 1969. As duas primeiras mostram a grande extensão ainda deserta da Ilha e o esqueleto do Hospital Clementino Fraga Filho, as outras duas são da Escola de Engenharia e a do lado mostra a Faculdade de Arquitetura, nela pode ser visto o ônibus da Reitoria, único que circulava pela Ilha naquela época e ia até o Bairro de Bomsucesso, na Praça das Nações.

Abaixo fotos da Escola de Engenharia em 1970 e o grande espaço começando a ser ocupado. As outras mostram a Cidade Universitária em 2013, quase totalmente ocupada e foram tiradas do último andar do primeiro prédio do Centro Tecnológico, único prédio ocupado pela Escola de Engenharia em 1968.









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Localização

A principal infraestrutura da Universidade é a Cidade Universitária, situada na Ilha do Fundão, Zona Norte do Rio de Janeiro, ocupando quase a totalidade de sua extensão. A Ilha do Fundão foi resultado da união de várias ilhas preexistentes por meio de aterros nos anos 1950, mas as atividades acadêmicas deste campus só tiveram início em 1965.

O campus possui alojamento com 504 quartos para alunos de graduação, três restaurantes universitários, centros esportivos e agências bancárias. Em 2010, foi inaugurada a Estação de Integração com o objetivo de oferecer maior segurança e comodidade à comunidade acadêmica.

Pela Cidade Universitária circulam diversas linhas intercampi e internas transitando 24h por toda extensão da Cidade Universitária gratuitamente além de linhas regulares municipais e intermunicipais que atendem a população oriunda da Baixada Fluminense e das regiões Metropolitana e Serrana.

Uma das principais ligações da Ilha do Fundão se faz pela Ponte do Saber, uma importante construção sustentada por 21 estais atrelados a um pilone.

O campus da Praia Vermelha, localizado na Urca, Zona Sul do Rio de Janeiro, concentra, principalmente, cursos ligados às ciências humanas. Seu prédio de maior destaque é o Palácio Universitário. Já na região central do Rio de Janeiro, estão distribuídas diversas unidades isoladas. A Faculdade de Direito funciona no Palácio do Conde dos Arcos que abrigou o Senado Federal, a Escola de Música instalada desde 1913 no antigo prédio da Biblioteca Nacional na Rua do Passeio, o Observatório do Valongo no topo do Morro da Conceição e o Instituto de Filosofia e Ciências Sociais e o Instituto de História, situados no prédio que sediou a Escola Nacional de Engenharia, no Largo de São Francisco de Paula.

A Universidade do Brasil possui também um campus em Macaé concebido para pesquisa e ensino voltado para os potenciais ambientais e petrolíferos, o Polo Avançado de Xerém em parceria com o Inmetro com o objetivo de pesquisar as áreas de biotecnologia nanotecnologia, uma fazenda em Vargem Grande e uma reserva biológica exclusiva para pesquisa.

A Cidade Universitária ocupa uma área de 5.238.337,82 m², o campus da Praia Vermelha 100.976,90 m² as demais unidades independentes ocupam uma área estimada em 1.781.695,50 m2.




A Ilha do Fundão foi formada pelo aterramento de um arquipélago de ilhas. As maiores eram: a própria Ilha do Fundão, a Ilha de Sapucaia, a Ilha do Catalão e a Ilha da Caqueirada e outras ilhas menores como: Baiacú, das Cabras, Pindaí. O mapa antigo, em foto tirada na Exposição Rio de Imagens no Museu de Arte do Rio mostra como eram as Ilhas antes do aterro que transformou a Ilha no que é hoje.

Ponte do Saber

Em fevereiro de 2012, a cidade do Rio de Janeiro ganhou sua primeira ponte estaiada. Ela liga a Cidade Universitária à Linha Vermelha e desafoga o trânsito da região, a construção desponta como uma das pontes estaiadas mais inovadoras já construídas no país.

A ponte foi projetada pelo arquiteto Alexandre Chan, ela é sustentada por 21 estais não distribuídos uniformemente. São 15 frontais e 6 de retaguarda. Os quinze estais frontais sustentam o tabuleiro em concreto que constitui as pistas de passagem e marca o vão da travessia do canal, enquanto os estais traseiros, ancorados três a três em blocos laterais, são a contrapartida de sustentação dos primeiros.


Os estais - cabos de aço, estão atrelados a um só pilone de
quase 96 metros, já apelidado pelos cariocas de "perna
de moça". A solução permitiu criar um vão livre de 170
metros, para uma ponte que tem 773 metros de extensão.










Outros meios de acesso à Cidade Universitária são: a Linha Vermelha e a ponte antiga que ligava a Ilha à Avenida Brasil e
atualmente liga também à Linha Amarela, esta Ponte começou a funcionar nos anos 70.

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Parcerias

Na Cidade Universitária está sendo instalado o Parque Tecnológico do Rio, um complexo tecnológico voltado para pesquisas em energia, petróleo e gás. Em parceria com a Petrobras, a Universidade objetiva transformar a área de 350 mil m2 no maior centro global de pesquisa tecnológica do setor petrolífero, tendo em vista que a exploração do pré-sal necessita de desenvolvimento de novas tecnologias.

Os principais Centros de Pesquisa já instalados na região são:

  • Centro de Pesquisas Leopoldo Américo Miguez de Mello – CENPES - criado em 4 de dezembro 1963, é uma unidade da Petrobras responsável pelas atividades de pesquisa e desenvolvimento - P&D e engenharia básica da empresa. Atualmente, está em construção a ampliação da atual sede do Cenpes, que será, até o fim de 2010, o maior polo de pesquisa sobre petróleo do hemisfério sul.

  • Centro de Pesquisas de Energia Elétrica – CEPEL - criado em 1974, faz parte do grupo Eletrobrás e tem mais de 30 anos em P&D relacionado à geração, transmissão e distribuição de energia elétrica. É considerado o maior centro de pesquisas em energia elétrica do hemisfério sul.

  • Centro de Tecnologia Mineral – CETEM - criado em 1978, é um instituto de pesquisa do Ministério da Ciência, Tecnologia e Inovação - MCTI que atua no desenvolvimento tecnológico mineral.

  • Centro Brasileiro de Pesquisas Físicas – CBPF - é vinculado também ao Ministério da Ciência, Tecnologia e Inovação atuando desde 1949 em pesquisas de pós-graduação em Física.

  • Centro Tecnológico Global da General Electric – GE - está em processo de construção, com previsão de inauguração em 2013, devido a isso, atualmente, a General Electric utiliza as dependências do Centro de Excelência em Tecnologia da Informação e Comunicação - CETIC.

  • Instituto Alberto Luiz Coimbra de Pós-Graduação e Pesquisa em Engenharia – COPPE - órgão suplementar da universidade, é o maior centro de ensino e pesquisa em engenharia da América Latina, destaca-se por possuir o maior e mais profundo tanque oceânico do mundo, usado para simular condições marítimas.

  • e mais o Centro de Excelência em Gás Natural – CEGN, o Instituto de Engenharia Nuclear –IEN, o Centro da Embratel, o Núcleo de Tecnologias de Recuperação de Ecossistemas - NUTRE e um centro de realidade virtual vinculado ao Laboratório de Métodos Computacionais em Engenharia – LAMCE.

Outras empresas já estabeleceram centros de pesquisa na Cidade Universitária, como L'Oréal, Siemens AG, Usiminas, Schlumberger, Baker Hughes, FMC Technologies, Repsol YPF, Halliburton e Tenaris Confab. Ainda estão sendo abertas licitações para a construção de novos centros de pesquisa e uma torre para abrigar até cem empresas. O projeto do Parque já atraiu mais de 200 empresas de pequeno e médio porte, que agregam alto valor tecnológico.


Centro de Pesquisa Leopoldo América Miguez de Mello - CENPES








A última foto mostra a parte do CENPES já instalada na Cidade Universitária desde o início da implantação do Campus,
as demais mostram a parte que ainda se encontra em expansão.

Centro de Pesquisa de Energia elétrica - CEPEL




Outros Centros de Pesquisas instalados na Cidade Universitária


Centro de Tecnologia Mineral - CETEM





Centro da Embratel



Centro da Empresa Baker Hughes.



Outros prédios pertencentes ao Parque Tecnológico do Rio.



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