JOGOS OLÍMPICOS
RIO 2016
Os Jogos Olímpicos
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JOGOS OLÍMPICOS - RIO 2016



História dos Jogos Olímpicos Helênicos

Os Jogos Olímpicos, ou Olímpíadas, constituem nos dias de hoje um dos eventos mais populares e prestigiados em todo o mundo dos esportes e isto se deve à grande conexão que possuem com a massa de espectadores que acompanham as competições. Mas a história dos Jogos Olímpicos é bastante diferente e embora pareça que sua idéia tenha sido construída a partir do fim do século XIX, a realidade é bem diferente, ela remonta à história da Grécia Antiga.

As Olimpíadas tiveram sua origem por volta do século VIII a.C., no contexto da antiga Hélade, isto é, o conjunto das cidades-estado da Grécia Clássica. A realização dos jogos ocorria na cidade de Olímpia, na Ilha de Katakolon, e daí vem o seu nome de “Olimpíadas”. Era para esta cidade que os cidadãos das outras cidades peregrinavam a fim de participar das competições. O primeiro atleta a vencer uma prova em Olímpia teria sido Corobeu, em 776 a.C., na prova de corrida

Na tradição mitológica, os jogos de Olímpia foram criados pelo herói Hércules, filho do deus Zeus com uma mortal. Hércules foi obrigado pela deusa Hera a realizar doze trabalhos considerados impossíveis. No quinto trabalho ele tinha que limpar os currais do Rei Áugias, que continha milhares de animais e não era limpo há mais de 30 anos. Após conseguir realizar o feito, Hércules decidiu inaugurar um festival esportivo em Olímpia, em homenagem a seu pai, Zeus.

Entre os esportes praticados nas olimpíadas da antiguidade, estavam as corridas, chamadas de "drómos", e suas modalidade . Em algumas delas, o atleta devia correr por cerca de 190 metros vestido com a armadura e as armas de um "hoplita", que era o soldado da linha de frente dos combates. Também haviam as bigas e quadrigas. As primeiras eram carros de combate tracionados por dois cavalos; as segundas, por quatro cavalos. Havia ainda o péntatlhon, semelhante ao pentatlo atual, que reunia cinco esportes: salto, lançamento de disco, lançamento de dardo, corrida e luta em diversas modalidades e também competições equestres.

Os Jogos Olímpicos tiveram seu apogeu entre os séculos VI e V a.C., mas, depois, perderam gradualmente sua importância enquanto os romanos ganharam poder e influência na Grécia. Alguns autores defendem que o declínio do espírito olímpico se iniciou ainda no período helenístico. Uma das causas mais importantes pode ter sido a mudança do status de cidadão/soldado para súdito englobando o soldado/profissional ou atleta/profissional.

Com a dominação romana da Grécia e da Macedônia, no século II a.C., a cultura e os costumes helênicos, entre os quais a tradição dos jogos, foram sendo assimilados pelos romanos. No entanto, as competições entraram em permanente e contínua decadência, principalmente por causa do temperamento do povo romano, que não cultuava o esporte com um espírito religioso, como era por parte dos gregos. Eles preferiam o circo aos torneios atléticos. No tempo de Augusto, já havia 21 circos em Roma. Esse total triplicaria nas duas décadas seguintes, enquanto não havia mais do que dois ginásios como os que os gregos mantinham em Esparta e Atenas.

Para os romanos, os Jogos Olímpicos tinham pouco atrativo e foram aos poucos perdendo o interesse. Em 393 d.C., Teosódio I, Imperador entre 379-395 responsável pela matança de 10 mil escravos gregos, sublevados em Tessalônica, pediu perdão a Ambrósio, bispo de Milão, prometendo em troca converter-se ao catolicismo. Ambrósio concedeu o perdão ao imperador, exigindo que ele concordasse em extinguir todas as festas e cerimônias pagãs, entre as quais os Jogos Olímpicos.



Acima um conjunto de fotos do Sítio Arqueológico de Olímpia - Patrimônio da Humanidade, na cidade de Olímpia em Katakolon, na Grécia, berço dos Jogos Olímpicos da Antiguidade.

As fotos foram tiradas em viagem realizada à Grécia em 2011. As ruínas são tudo que restou do local que foi destruído por um terremoto no século V d.C. A coluna que é vista sozinha ao lado da página do livro foi o que restou do Templo de Zeus, mais abaixo uma foto mostra o arco que dava entrada para o Gynasium, onde eram realizados os jogos.

Próximo do Sítio Arqueológico existe o Museu Arqueológico de Olímpia e lá foram tiradas as duas fotos seguintes: a Estátua de Zeus, uma das Sete Maravilhas do Mundo Antigo, réplica da existente no Templo, que era toda feita de marfim e ouro, tinha 13 metros de altura e era obra de Fídias que a confeccionou na sua oficina de Olímpia e uma planta mostrando como era o local na antiguidade.

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História dos Jogos Olímpicos da Era Moderna

Durante séculos várias tentativas foram feitas visando restaurar os Jogos Olímpicos, na Grécia e em outras partes da Europa, mas nada foi significativo. O interesse grego em reviver os Jogos Olímpicos ganhou força com a guerra de independência da Grécia do Império Otomano em 1821. Em 1852 as escavaçoes nas ruínas na região das Olimpíadas provocou um renascimento dos valores esportivos do gregos antigos que acabaram influenciando o francês Charles Louis de Feddy, mais conhecido como Barão de Coubertin.

DEm 1890, depois de assistir aos Jogos Anuais da Sociedade Olímpica de Wenlock, o Barão de Coubertin apresentou todo um conjunto de circunstâncias que culminariam no renascimento dos Jogos Olímpicos. Foi criado o Comitê Olímpico Internacional - COI, em reunião realizada de 16 a 23 junho de 1894, na Sorbonne, em Paris. No último dia do congresso, foi decidido que os primeiros Jogos Olímpicos da Era Moderna, a ser realizdao sob os auspícios do COI, teria lugar dois anos mais tarde, em Atenas. O COI elegeu o escritor grego Dimítrios Vikélas como seu primeiro presidente. O projeto de Coubertin previa também o resgate dos símbolos das Olimpíadas antigas, como o acendimento da chama olímpica. Com a ajuda de Demetrius Vikelas, Coubertin e os demais membros do Comitê Geral conseguiram organizar os primeiros Jogos Olímpicos modernos no verão de 1896, na cidade de Atenas, capital da Grécia.

A Cerimônia de Abertura dos Jogos Olímpicos de Verão de 1896 ocorreu no Estádio Panathinaiko em Atenas, foram os primeiros jogos sob os auspícios do Comitê Olímpico Internacional - COI, participaram catorze nações e 241 atletas que competiram em 43 eventos. Os funcionários e o povo grego estavam entusiasmados com a experiência de sediar os Jogos. Este sentimento era partilhado por muitos dos atletas, que ainda pediram que Atenas fosse a anfitriã dos Jogos Olímpicos permanentemente. O COI não aprovou este pedido. O comitê previa que os Jogos Olímpicos modernos girassem internacionalmente num período de 4 em 4 anos. Ficou decidida a realização da segunda Olimpíada em Paris.

Foto do Estádio Panathinaiko em Atenas tiradas em 2011.

O Jogos de Paris em 1900 e o seguinte em 1904 em Saint Louis não tiveram muito sucesso e em 1904 a participação foi predominantemente de atletas dos Estados Unidos. Em 1921, no Congresso Olímpico do COI, em Lausanne, ficou decidido realizar uma versão de inverno dos Jogos Olímpicos. Uma semana de esportes de inverno, na verdade 11 dias, foi realizada em 1924, em Chamonix na França, este evento experimental tornou-se a primeira edição dos Jogos Olímpicos de Inverno. Em 1928 foi realizado em Saint-Moritz na Suíça os Jogos de Inverno que foram criados como um recurso aos esportes de neve e gelo que foram logisticamente impossibilitados de serem realizados durante os Jogos Olímpicos de Verão. O COI determinou que os Jogos de Inverno fossem comemorados a cada quatro anos no mesmo ano de sua edição de verão. Esta tradição foi mantida até os Jogos de 1992 em Albertville na França, por problemas de organização houve a necessidade de se alterar o ciclo dos Jogos de Inverno, levando-os para anos pares alternados com os Jogos Olímpicos de Verão: o novo sistema começou com os Jogos de 1994, e desde então os Jogos Olímpicos de Inverno sempre são realizados no terceiro ano de cada Olimpíada.

Dos 241 participantes, representando 14 nações em 1896, os Jogos têm crescido e em 2016 teve a aprticipação de cerca de 11.238 atletas de 207 Comitês Olímpicos Nacionais nos Jogos Olímpicos - RIO 2016. Nos Jogos Olímpicos de Inverno o crescimento foi menor e em Sóchi em 2014 foram hospedados 2.780 atletas de 88 países competindo em 98 eventos, durante os Jogos Olímpicos de Inverno.

Durante os Jogos, a maioria dos atletas e funcionários ficam hospedados na Vila Olímpica. Esta vila é destinada a ser uma casa auto-suficiente para todos os participantes olímpicos. Ela é equipada com lanchonetes, postos de saúde e locais de expressão religiosa. O COI permite que as nações que não cumprem os requisitos rigorosos para a soberania política, possam procurar outras organizações internacionais para participar dos jogos. Como resultado, as colônias e dependências estão autorizadas a criarem seus próprios Comitês Olímpicos Nacionais. Exemplos disto incluem os territórios como Porto Rico, Bermudas, e Hong Kong, que competem como nações separadas, apesar de serem legalmente uma parte de outro país.

Posteriormente surgiram os Jogos Paralímpicos de Verão, são competições específicas para atletas com algum tipo de deficiência, sensorial, física ou mental, com adaptações nas regras, de acordo com as necessidades especiais que os atletas apresentam. Esses jogos ocorrem no mesmo país que cedia as Olimpíadas, mas tem início depois do seu encerramento. Os primeiros jogos Paralímpicos ocorreram em 1960, na cidade de Roma. Esse evento reuniu 400 atletas, de 23 países diferentes, para disputar as competições.

Em 1916 não teve Olímpíada por causa da Primeira Guerra Mundial e nos anos de 1940 e 1944 por causa da Segunda Guerra Mundial. Em 1980 os americanos não compareceram aos Jogos por causa da Guerra Fria e em 1984 foi a vez dos russos retribuirem o boicote e não disputaram as Olimpíadas de Los Angeles.

O Brasil marcou presença pela primeira vez nos Jogos Olímpicos em 1920, em Antuérpia, na Bélgica. As modalidades em que Brasil participou foram natação, remo e tiro. Os atletas viajaram de navio, mas sem nenhum luxo: tiveram que dormir no restaurante do navio, mas apenas depois que os clientes saíssem. Mesmo sem descanso e condições apropriadas, a equipe de tiro trouxe três medalhas nas diferentes categorias.


Quadro de Medalhas Conquistadas pelo Brasil nas Olímpíadas Modernas

Ano Local Ouro Prata Bronze Total Colocação
2016 Rio de Janeiro 7 6 6 19 13o
2012 Londres 3 5 9 17 22o
2008 Pequim 3 4 9 16 22o
2004 Atenas 5 2 3 10 16o
2000 Sidney - 6 6 12 52o
1996 Atlanta 3 3 9 15 25o
1992 Barcelona 2 1 - 3 25o
1988 Seul 1 2 3 6 24o
1984 Los Angeles 1 5 2 8 19o
1980 Moscou 2 - 2 4 17o
1976 Montreal - - 2 2 36o
1972 Munique - - 2 2 41o
1968 México - 1 2 3 35o
1964 Tóquio - - 1 1 35o
Ano Local Ouro Prata Bronze Total Colocação
1960 Roma - - 2 2 39o
1956 Melbourne 1 - - 1 24o
1952 Helsinque 1 - 2 3 24o
1948 Londres - - 1 1 34o
1936 Berlim - - - - sc
1932 Los Angeles - - - - sc
1928 Amsterdam - - - - np
1924 Paris - - - - sc
1920 Antuérpia 1 1 1 3 15o
1912 Estocolmo - - - - np
1908 Londres - - - - np
1904 Saint Louis - - - - np
1900 Paris - - - - np
1896 Atenas - - - - np
sc - sem colocação
np - nao participou


Os Símbolos Olímpicos

Os Jogos Olímpicos utiliza alguns símbolos estabelecidos em sua Carta Olímpica com o objetivo de seguir os ideais que nortearam sua criação:

  • os Anéis Olímpicos - é o símbolo mais conhecido, é composto por cinco anéis entrelaçados que representam a união dos cinco continentes do planeta, considerando as Américas do Norte, do Sul e Central como um continente único. A versão colorida dos anéis: azul, amarelo, preto, verde e vermelho sobre um fundo branco, forma a bandeira olímpica. O fundo branco foi escolhido porque é a única cor que está presente na bandeira da maioria dos países filiados ao Comitê Olímpico Internacional. Este símbolo existe desde 1913, mas foi hasteada pela primeira vez apenas em 1920 nos Jogos Olímpicos de Antuépia, na Bélgica. Desde então, é hasteada em cada celebração dos Jogos. A bandeira posteriormente, também passou a ser a marca do próprio Comitê Olímpico Internacional;

  • o Lema Olímpico - "Citius, Altius, Fortius", uma expressão latina que significa "mais rápido, mais alto, mais forte". No entanto os ideais do Barão de Coubertin são melhores expressos no juramento olímpico: "A coisa mais importante nos Jogos Olímpicos não é vencer, mas participar, assim como a coisa mais importante na vida não é o triunfo, mas a luta. O essencial não é ter vencido, mas ter lutado bem.";

  • a Tocha Olímpica - meses antes de cada edição dos Jogos, a chama olímpica é acesa em Olímpia, em uma cerimônia que reflete antigos rituais gregos e é inspirada no fogo sagrado e purificador dos gregos antigos. A performista, atuando como uma sacerdotisa, acende uma lanterna colocando-a dentro de um espelho parabólico que concentra os raios do sol, ela, em seguida, acende a tocha do primeiro participante do revezamento, dando início a um procedimento que vai levar a Tocha Olímpica até ao Estádio Olímpico da cidade anfitriã dos Jogos, onde desempenha um papel importante na Cerimônia de Abertura. Embora o fogo seja um símbolo olímpico desde 1928, o revezamento da tocha foi introduzido nos Jogos Olímpicos de Verão de 1936 como parte da tentativa do governo alemão para promover a sua ideologia socialista nacional. No revezamento a tocha percorre diversos países, sendo conduzida pelos melhores esportistas de seus respectivos países;

  • o Mascote Olímpico - representado por um animal ou uma figura humana que representa o patrimônio cultural do país anfitrião, foi introduzido em 1968, sendo seu objetivo criar um vínculo afetivo com o público. Ele desempenhou um papel importante na promoção da identidade dos Jogos especialmente desde os Jogos Olímpicos de Verão de 1980, quando o filhote de urso russo Misha atingiu o estrelato internacional;

  • a Cerimônia de Abertura - a própria Carta Olímpica estabelece alguns elementos desta cerimônia, a maioria destes rituais foram criados em 1920 nos Jogos Olímpicos de Antuérpia. A cerimônia tipicamente começa com o hasteamento da bandeira do país anfitrião e uma performance de seu Hino Nacional. O país anfitrião, em seguida, apresenta manifestações artísticas de música, canto, dança e representação teatral de sua cultura. As apresentações artísticas têm crescido em dimensão e complexidade na tentativa das cidades-sedes de fornecer uma cerimônia que supere sua antecessora em termos de memorização. O presidente do comitê organizador e presidente do COI fazem seus discursos de abertura e são prestados os juramentos dos atletas e dos juízes, os Jogos são oficialmente abertos. Um dos momentos mais importantes e emocionantes da cerimônia é a entrada no Estádio da Tocha Olímpica e o acendimento da Pira Olímpica que fica acessa até o Encerramento dos Jogos Olímpicos;

  • a Cerimônia de Encerramento - ocorre após todos os eventos desportivos terem sido concluídos. Porta-bandeiras de cada país participante entram no estádio, seguidos pelos atletas que entram juntos, sem qualquer distinção nacional. Três bandeiras nacionais são hasteadas enquanto os hinos nacionais correspondentes são tocados: a bandeira da Grécia, para homenagear o berço dos Jogos Olímpicos, a bandeira do país anfitrião, e a bandeira do país dos próximos Jogos Olímpicos. O presidente do comitê organizador e presidente do COI fazem seus discursos de encerramento, os Jogos são oficialmente encerrados, e a chama olímpica é apagada. Após estes elementos obrigatórios, o país anfitrião seguinte apresenta-se brevemente com exposições artísticas de dança e teatro que representam sua cultura;

  • o Hino Olímpico - foi composto pelo compositor grego, Spirou Samara, com letra do músico, também grego, Cositis Palamas, em 1896. O Comitê Olímpico Internacional adotou-o como Hino Olímpico em 1958. Desde então, o hino é executado quando a Bandeira Olímpica é hasteada em todas as Cerimônias de Abertura.

  • o Juramento - os atletas e os árbitros tem que fazer um juramento antes das competições serem iniciadas. A leitura do juramento cabe a um atleta e um árbitro do país anfitrião. Juramento do atleta:"Em nome de todos os competidores, eu prometo participar nestes Jogos Olímpicos, respeitando e cumprindo com as normas que o regem, no verdadeiro espírito esportivo, pela glória do esporte e em honra às nossas equipes"; do árbitro: "Em nome de todos os júris e árbitros, prometo que cumpriremos as nossas funções durante estes Jogos Olímpicos em total imparcialidade, respeitando e seguindo as regras que os regem, num espírito de desportivismo."

  • a Medalha - todos os atletas correm atrás delas, mas só os melhores conseguem. As medalhas olímpicas de premiação - ouro, prata ou bronze, tem medida padronizada, deve ter, no mínimo, 60 mm de diâmetro e 3 mm de espessura. A Medalha de Ouro, que corresponde ao primeiro lugar deve conter, obrigatoriamente, 6 g de ouro puro, no mínimo. Além disso, todos os atletas e oficiais recebem também uma medalha de participação, oferecida pelo Comitê Oorganizador Local.



Todos os Jogos Olímpicos da Era Moderna


Atenas - 1896

Paris - 1900

Saint Louis - 1904

Londres - 1908

Estocolmo - 1912

Antuérpia - 1920

Paris - 1924

Amsterdã - 1928

Los Angeles - 1932

Berlim - 1936

Londres- 1948

Helsinque - 1952

Melbourne - 1956

Roma - 1960

Tóquio - 1964

México - 1968

Munique - 1972

Montreal - 1976

Moscou - 1980

Los Angeles - 1984

Seul - 1988

Barcelona - 1992

Atlanta - 1996

Sidney - 2000

Atenas - 2004

Pequim - 2008

Londres - 2012

Rio de Janeiro - 2016

Continua na página OS JOGOS OLÍMPICOS NO RIO DE JANEIRO
 



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